quarta-feira, 26 de maio de 2010

Desconstruindo a construção!



Caixas dentro de caixas e caixas e mais caixas.
Caixas por cima de caixas, para desencaixotar pensamentos
Encubados, virados, revirando os braços pra tentar caber dentro do obstáculo.
Muitos ratos, muitos sapos, baratas e pernilongos.
Seres de pernas longas tocando congas, maracas, maracás, e vejam só!
Não eram avestruzes, onde? Como? Exalar!?
Cruzes! Não mais pra carregar, de espanto falei, cruzes pra imaginar.
O peso dos caixotes de madeira de lei, mais que leis?
Não precisamos mais delas, luzes amarelas tentaram nos cegar.
E devagar íamos divagando, nos enrolando dentre os panos que usaram pra acobertar, esconder, ocultar.
Esse lugar de cores florescentes, de bocas sem dentes pra não machucar.
Não pelo mal, às vezes por prazer, estouros de efeito moral, nada de bombas nuclear, nada do normal.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Queria dar teu nome a estas palavras!


Nessa manhã coisas fora do normal vem a acontecer.
Hoje também pretendo fazer algo nunca feito sem enlouquecer.
Amanhecer foi a única coisa que até agora aconteceu como de costume.
Chove agora, à meia hora atrás eu me acordava pela segunda vez.
Falar com você, preciso falar com você.
Independente do que venha a acontecer
Tenho que está realmente pronto pra qualquer coisa, reação ou abominação
Que você venha ter.
Pra simplesmente te querer, agora por exemplo nessa manhã chuvosa do meu lado
Nos dois bem enrolados com edredom vendo qualquer coisa na TV, não importa exatamente o que.
Importa eu está com você.
Mais me diga: Precisa eu já ter me deslumbrado nos teus lábios e de fato ter me perdido nesse teu labirinto pra te dizer aqui, agora, o que eu sinto?
Claro que não!
Por já ter prometido não escrever por esse sentimento que não quero descrever, que muitos chamam de amor, por de maneira alguma achar coerente o significado que vários embriagados tentaram traduzir ao se sentir o que acredito eu está sentindo!
Sentido algum faz tudo isso pra mim, mais prefiro assim.
Por que só preciso admitir ao te sentir grudada em mim como um só em dois corpos que se encaixam pra se sentir melhor!

terça-feira, 11 de maio de 2010

Babuínos


Hoje pode se dizer que mais um passo sempre darei
Pois os ventos que sopravam lá do norte nomearam objetivos que se encontravam abstratos.
Os estratos não condizem com o valor da conta.
E nas pontas pode parecer muito mais longo este suave caminho.
Alívio de sangrar ao pé da letra.
Vapor de líquido subterrâneo exala todo breu da escuridão fazendo vermelhos os polegares das mãos.
Cabeças plantadas no chão o trovão tende a te partir o raio a te abrir mais não ah de te destruir precauções o bastante bastariam pra você entender, mais basta de precauções.
Esquisitices Babuínas perambulando as esquinas, fazendo palhaçada sem saber pra onde ir.
Vermes de destruição com as mãos que se sacrificou por ti, esmago-te com pureza e prevenção pois inversão seria a partir de um sentido analógico, analítico ou político, nem tudo faz sentido...Eu diria nada faz.
Mas o que mais se faz por aqui é falar por traz.
No sentido da Malícia ofendendo ou tentando destruir.
Mais uma vez volto a repetir só fazer não adianta mais.
Tem que se dirigir, ou então vira macacada, a coisa fica toda desmantelada
Vou ficando sim sem deixar muita pegada mais minha volta por aqui ah de ficar registrada... Ah se vai !

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Fluxo do Seguinte da Causa


Esse som me faz me contorcer embora ficasse mais próximo do enlouquecer, pois assim pode se dizer.
Sem correntes da mente. Eu falo... por que o material ah de ser a primeira visão pra eles...
Fundindo do fogo no metal podemos retirar camadas duras ainda falando sem entender muito bem que somente o bem pode ser errado...
O caos somente o caos poderá surpreender tais mentes tão claras como se dizem “ser”...
E “Estar”? Ninguém quer ‘estar’ triste sem entender as confusões da vida?
Estando assim pensando, em contra partida, digo que “errando” posso aprender
Se o bem é errado...
Isso pode me atrair a praticar assim o errado...
E agora existe de fato “errado”?
Desconstruindo informações armazenadas na memória
Vou desorganizando por que assim posso me organizar
Sensações e sabedorias de armas nuclear, podem até nos matar
Saibas que o fluxo do seguinte da causa vai saber te explicar melhor...

terça-feira, 27 de abril de 2010

Tritratretá


A linha enrolada no carretel, um rapel decide praticar, longe do século um inseto a caminhar, passos leves e lentos a pesar de pesar. Longe ou perto, pregada no Teto dos cabelos do Juá.

Pra encontrar três vezes a trovoada do Tritratretá.
Que no mar de líquido florescente sem nascente corre pra algum lugar,
Ao me encontrar no caldo do loiro que vinha me temperar pra fazer de caboclo eu me virar. Pra ter coragem de infincar uma faca no bucho do sujeito que quer que queira em cima de eu dançar.
Num sou terreiro não, só me desfaço de uma mão pra ver a outra bem no meio dessa cara de melão, mamão. Pra cima de mim não Lampião...
Sou filho das Alagoas! Só trago coisa boa!
Meus filhos vão ouvir falar de tudo o que tem de bom nessa terra de pessoas que gosta de falar!
"Falo, falo, falo, mais não falo só por mim,
Falo pra um monte de gente que também pensa assim."
Trago, trago, trago mais não trago de trazer, é que o peso me ajuda a esclarecer.
Se Drummond me oferecer um pouco de sua cachaça sentado na praça, o faço conhecer um pouco da graça dessa gente sorridente! Alguns admito que nem tem dentes, proseia suavemente parecendo adormecer dentre os vales das Alagoas que alagam milhares de vezes os ânimos das pessoas.

domingo, 25 de abril de 2010

Ivina...


Você tava pedindo pra eu me calar porque jurava que eu seria alguém desaforado a ponto de passar por cima de um pedido seu...


...Teu sentimento abstrato reluz ofegante teu desprezo por querer deixar aflorar os meus passos, passo a passo continuo a te admirar... Em fração de segundo poderia te subestimar, mais prefiro identificar os seus laços porque assim posso me emaranhar como daquela vez com os teus cabelos... Que perfume eu diria!


Vem e pega na minha mão, e eu te ensino a canção, não de cantar mais de construir com as tuas próprias mãos...

quinta-feira, 22 de abril de 2010

A Rosa e o Trevo.


Bom dia sol! Bom dia mundo! Com tudo de bom e tudo que não me conforma.
Tipo a forma que ele me ver... Sei que me quer, assim como demonstro querer.
Que ele se liberte das suas limitações e venha fazer parte do meu mundo
Essa terra imensa que tende a nos acolher.
Forma natural de qualquer ser é crescer, mais e mais, independente de se pensar em véu, grinalda...
Que nada acho que não sou a motivação o suficiente pra esse carente se manifestar.
Gritar será que vai me ajudar? E se ele me achar vulgar?
Não, tenho que manter a compostura e me deixar exalar todo o meu charme aromático e sei que automático ele vai me chamar, pra fazer parte da sua vidinha.
E se não funcionar e se ele amarelar como vou ficar? Murchar no talo é que não quero! Alguém vai se sensibilizar e nem que seja me arrancar do talo vão fazer pra me ajudar, mais corro todo risco do mundo de nunca mais voltar a contemplar tamanha exuberância desse esbelto parceiro!

O Trevo e a Rosa.


O que adiante ter toda sorte do mundo e não ter companhia?
Sem ter como sair da sua terra natal, seu vaso de cimento,
Seu sentimento no quintal.
Como poder pensar em mais nada? Sem nada poder apreciar
A não ser somente com o olhar a beleza de um ser só...
Que face macia, pétalas perfeitas de ante do sol.
Reluz toda formosura de um ré com um si bemol.
Mais não me deixa mentir ao dizer que não posso sentir você perto de mim.
Sem melodia ou canção, melancolia em minhas mãos,
Sem saber se um ser de tamanha imensidão pode também sentir o mesmo
Por um punhado de solidão.
Com representação de poder, prosperidade e riqueza, mais muita solidão.
Mais nada a oferecer a não ser as palavras representadas não por mim mais por outras mãos...

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Madruga louca no PC...rs

Me jogo de um precipício pra saber a doçura do impacto que tendes a sentir Quando na sua mente existe nada mais que palavras, álcool e ilustração, todos dizem que a as vozes que aqui sopram são representadas em imagens e é transferida em verso, prosa e som. Pois a verdade nenhum sentido consegue interpretar exatamente do que se tratam as vozes que perambulam no meu consciente e meu subconsciente se cala como se não tivesse voz consciente ou subconscientemente na minha mente a frente vejo borboletas mencionadas por Jimmy que meu amigo, irmão, primo Rafael mencionou... A sabedoria do mundo é loucura de ante de Deus. Já dizia os profetas e poetas que aqui em algum solo de guitarra ou de harpas nesse momento possa traduzir palavras xucras de que possa se cuspir... (15/04/10 ...às 02:45hs. )

quinta-feira, 1 de abril de 2010

"Fragmentos do diário do estrangeiro"

Fumaça que se propaga,
Alguns dizem agarrar impreguinando as razões
Dos que dizem ser grandes
Sábios, sadios não são sábios
Seres perdidos vez induzidas
Por paredes que se estreitam
Cada vez mais personas de
Vários meios, fins e começos de
Várias eras poucas vezes sinceras,
Outras vezes aquelas visões amarelas,
Em passarelas paralelas que sempre
Pretende explicar, e explicar...




Bocas ovais, formais?
Talvez com o português
Não consiga explicar
Língua presa por uma esteira
Embaixo de um céu que não se descreve
Em papel algum existe também
Uma aurora bucal .

Bola de sinuca na garganta!

Jornais, notícias de desgraça farmácias e coisas que podem te ajudar.
Migalhas de pó de mármore vão te ajudar a descansar, lentamente.
Coisas inacreditáveis de se almejar. Minha voz não alcança a praça
Por que sua calça é mais cara que a minha
Gracinha por uma questão de ética, estética.
Estou vomitando identidade, discreta, secreta.
Maldade na interpretação de quem não me escuta
Sua puta não chega nem aos pés da minha mulher
Como refeição e não entendestes o uso do palavrão
Peguem essa letra e tentem digerir
Pegue, chupa, engole e tentem repetir.

Explosão

Seres de tendências ocultas,
Obscuridão alimenta a explosão.
Todos passeiam sem por nas mãos
Atenção e consciência
Para o que se é dito, escrito...

Minhocas, vermes e fungos
Fazem parte da sua alimentação
E guardando uma vontade de derramar
Exatamente secreção o que vem da mente, então?
Agente sente uma corrente amarrando todas as palavras
Mesmo aquilo demonstrando confusão!

quarta-feira, 31 de março de 2010

I want you My so my!!!

Gosto desse teu jeito graça, muito massa!
Muitas vezes palhaça de ser e pensar.
Teus olhões feito leões me devoram e não consigo ao certo decifrar o que realmente eles querem dizer ou se querem de fato me comer.
Menina escandalosa só de pensar, mulher de jeito leve, irônico, sarcástico.
De plástico solitária boneca autentica. Ah como gostaria de ser o universo pra ter te gerado do meu lado e não tantos anos de distancia.
Anos luz eu diria, pois a distancia entre astros e estrelas são medidas assim.
Mais por mim nada disso teria acontecido, eu estaria desde a primeira vez que nos vimos juntos, na mesma tribo, onde tudo conseguimos, nas leis circenses, nas leis dos ventres não nascemos pra estar juntos agora... Quem sabe no dia do apocalipse.
Eu te seqüestre e quem sabe agente esquece de voltar pra o mundo dos que se dizem sábios , nos teus lábios gostaria hoje nesse dia , teu dia, me perder, esconder, fazer nascer, algo mais puro bem mais certo que as leis que separam eu e você.

domingo, 28 de março de 2010

Saltando crânios amarelados no infinito, correndo na frente de criaturas deformadas, exercitar pra deixar a casca mais dura!
Enquanto sussurras meu corpo grita, minha mente luta e meu jeito vinga numa fonte de carne, sangue e agonia. Eu só queria sentir meus olhos mais frios, meus medos assíduos me cortam e me guiam pra dentro da física de um arrepio.
E um rodopio nas franjas nos fios de cobre que cobrem teu sangue mais viu.
Covardes por expressão e um milhão de coisas e me desviar dos meu pensamentos e eu sem parar de pensar encerro aqui!

sábado, 20 de março de 2010

Nascente de Ventos!

De onde vem esse leite e mel que nutrirá seres humanos por muitas gerações?
Essa fonte parece parar de gerar vida, e quando a vida parece monótona, ela mostra as suas artimanhas, com palavras pouco estranhas, simplicidade e devaneio,
Às vezes na água, às vezes no espelho, uma outra face ou um outro sujeito,
Predicado condenado do jeito que ser nenhum poderia imaginar ou pré meditar a não ser se surgisse dessa fonte e caso você aponte, te ajudará a descobrir de onde vêm tanto leite e mel que vai pra um papel e outras vezes diretamente pra o mundo.
Desvendando detalhes profundos que surgem daquela fonte!
Alimenta aos montes, dilata aos poucos a mente dos porcos que insistem usar coroas e vergalhões pra dar mais sustento as suas imposições.
Não sugere importância de onde vem pra onde vai,
Se venta ou faz frio,cobre ou desvenda.
Só gratificação e deslumbre a querer que venha mais!

sexta-feira, 12 de março de 2010

Mensagens sobrenaturais vêm a me desinformar!

Mensagens sobrenaturais vêm a me desinformar.
Reportagens informativas vêm a alienar, pra algum outro ponto de vista que nem teve o direito de se manifestar.
Mania de acreditar em tudo que te dizem.
Será que essa esfera vai se deslocar completamente do eixo e cairemos no infinito do universo sem destino até sermos engolidos por alguma espécie de buraco negro e passarmos pra outra dimensão talvez em 5ª dimensão iremos viver se é que existirá vida no infinito.
Bem, não faço nem idéia de como é está no infinito ou se tornar infinito
Talvez se entrasse pra academia brasileira de letras saberia como é ser um imortal kkkk... Mais acreditem, não é isso que almejo pra mim.
Uma forma de imortalidade seria no meu ponto de vista fazer com que minhas músicas ficassem soando na imensidão do universo por todos os lados (esfera tem lado?) por todo tempo, até tomar a freqüência da rádio lunar que passa ‘Across the univerce ‘ dos Beatles e assim ser algum tipo de imortal no que me propus a fazer na minha vida...
Muitas gotas caem do céu em uma região e ao mesmo tempo outra região recebe as flechadas divinas de raios solar que adentram nossa atmosfera sem dó ou piedade de algum cristão ou não, que aqui ainda abita, acredito que por pouco tempo porque já começou a temporada caça a outro planeta tentando gerar vida mesmo com ausência de gravidade.
É meio louco concordar com caras tipo Hitler e os carinhas do deserto que chamam de homens bomba, cara o cidadão nasce um mundo que todos sabem que está na sua fase final e a única certeza que tem é que um dia vai partir dessa pra uma melhor e mesmo assim nem sabe a data certa, sem chance de planejamento. Tem gente que prefere arrumar motivos pra apertar logo esse botãozinho de: “The end”
Despeço-me esta manhã deixando essa mensagem de reflexão pra todos que acompanha esse singelo blog chamado de: “Doce esfera” e abro também o espaço pra quem tiver alguma interrogação na sua cachola e queira compartilhar! Abraço fraternal do amigo que voz fala!

quinta-feira, 4 de março de 2010

Cidadão ou Bicho de vez?

Não sei daqui pra frente como vai ser, na verdade não sei de nada nem suporto o peso de saber. Quando se sabe muito pode estar correndo sérios riscos de vida, caso queiram fazer queima de arquivo claro!
Abutres sobrevoam minha cabeça deve ta muito evidente os meus pensamentos podres, maus cheirosos mesmo!
Cidadão ou Bicho de vez? É por que Bicho maduro não serei, só mais duro.
É que bicho quando nasce na caatinga só vinga se tiver numa goiaba de ouro.
Que pode ser um tesouro passar na seleção e conseguir exportar; e se conseguir todo mundo vai dizer: Porra é goiaba da minha terra, diga que na minha terra num dar fruto bom?
Mais até surgir o Bicho!
Que geralmente surge como todo Bicho, causando espanto pra quem ver e nojo pra quem “come” ou digere como preferir!
Na hora do auge da repulsão até a mãe do Bicho se ofende.
E se esse bicho tiver mãe, por que Bicho que se preze nem mãe deve ter.
Sem mais porque, é que não a figura familiar que se segure na vida de um Bicho
E lembrando que Bicho também rima com Lixo que do ponto de vista do senso comum não tem lá muita diferença, nem tem crença, ou sentença, pra quem nasce Bicho a verdade é que ninguém ou ‘nada’ nesse caso, pede pra nascer ou escolhe onde nascer, se alguém que chegar a ler isso, discordar, se manifeste. Teremos o imenso interesse de saber o que os leitores têm a dizer de alguém que nasceu Bicho e tem toda a sua família mosca querendo que ele se torne mosca de fruta, como se é normal de acontecer.
E já ia esquecendo de explicar, aqui na caatinga, Bicho geralmente vive alternativamente, uns pinta quadros, outros cantam, dançam, compõe, tocam instrumentos dificílimos, e outros simplesmente escreve!
Seria cômico se não fosse trágico!

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Contos de portão!

Janelões se abrem de nuvens rochas.
Saem às careiras feras desnudas
Metade peixe, metade pulga, dançando, tropeçando
Esbarrando em camarões, mente fraca, meio puta
Algumas altas, outras curtas
Sem saber pra onde ir, a escuridão é sua única prisão
O resto é sorte e sempre foi fácil admitir
O que querem? Seu calção.
De onde vem? Pra onde vão?
Lá perto de deserto de sal,
No triangulo das Bermudas
Do olho do furação
Eu não, eu não!
Amanhã cedo tem torres imensas a serem construídas
Descansa aqui, duvido você dormir
Mais sair nessa selva cinza
Aconselho não ir!
Ou pode ser enjaulado discretamente!

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Os mitos somos nós!

“A realidade só é real se acontecer de fato
Se não. Somente suposição, ficção, ilusão
Muitas coisas vão apelidar você e sua decisão
Porque tentar ninguém quer mais meter o pé a falar
De fato é bem mais fácil.

Intolerável fechar os olhos ou querer argumentar
Com tais seres que se diz de um altar saber em que fim vai levar.
O céu ou o purgatório, o inferno em forma de relatório
Pra Eu deus não poder reclamar que faltou remendar os cacos de alguém.
Os seus eu varro pra bem longe pra não me incomodar
De migalhas vivem-se miseráveis, e de fartura viverá quem ver muito até com o nada!

Nada peço tudo faço, não espero seu abraço
Sempre estarei de braços abertos, faça chuva ou faça sol
Cante eu ou o Rouxinol
Aqui encima ou lá em baixo juntando os pedaços pra fazer pano de prato
Enxugando o mês de março da louça que não lavamos!

Coragem não é pra todos!
Por que sempre custa uma vida, viver! “